quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Fenômenos climáticos

Componentes: Vinicius Rosendo, Rodrigo Mercês, Aline Galdino, Ivian Simão, Thércia Araújo, Vitor Alves


O nosso planeta vem sofrendo mudanças climáticas há muito tempo. Recentemente (tempo geológico), foram detectados alguns fenômenos que têm alterado o clima no planeta e são deles que falaremos a seguir :


El Niño

O que é ?

O El Niño é um fenômeno climático, de caráter atmosférico-oceânico, em que ocorre o aquecimento fora do normal das águas superficiais e sub-superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. As causas deste fenômeno ainda não são bem conhecidas pelos especialistas em clima.

Este fenômeno costuma alterar vários fatores climáticos regionais e globais como, por exemplo, índices pluviométricos (em regiões tropicais de latitudes médias), padrões de vento e deslocamento de massas de ar. O período de duração do El Niño varia entre 10 e 18 meses e ele acontece de forma irregular (em intervalos de 2 a 7 anos).

Efeitos do El Niño

- Os ventos sopram com menos força na região central do Oceano Pacífico;

- Acúmulo de águas mais quentes do que o normal na costa oeste da América do Sul;

- Diminuição na quantidade de peixes na região central e sul do Oceano Pacífico e na costa oeste dos Canadá e Estados Unidos;

- Intensificação da seca no nordeste brasileiro;

- Aumento do índice de chuvas na costa oeste da América do Sul;

- Aumento das tempestades tropicais na região central do Oceano Pacífico;

- Secas na região da Indonésia, Índia e costa leste da Austrália;

- Muitos climatologistas acreditam que o El Niño possa estar relacionado com o inverno mais quente na região central dos Estados Unidos, secas na África e verões mais quentes na Europa. Estes efeitos ainda estão em processo de estudos.


Curiosidades:


- O termo El Niño é de origem espanhola e se refere a Corrente de El Niño. O nome foi dado por pescadores da costa do Peru e Equador, pois na época do Natal a região costuma receber uma corrente marítima de águas quentes. Por aparecer no período natalino, El Niño (O Menino) Jesus foi homenageado, pelos pescadores, com o nome do fenômeno climático. O termo popular foi adotado também pelos climatologistas.

- Quando o fenômeno é inverso, ocorrendo um resfriamento fora do normal na águas da região equatorial do Oceano Pacífico, dá-se o nome de La Niña.

Inversão Térmica

Introdução

Este fenômeno climático ocorre principalmente nos grandes centros urbanos, regiões onde o nível de poluição é muito elevado. A inversão térmica ocorre quando há uma mudança abrupta de temperatura devido à inversão das camadas de ar frias e quentes.

Como ocorre a Inversão Térmica

A camada de ar fria, por ser mais pesada, acaba descendo e ficando numa região próxima a superfície terrestre, retendo os poluentes. O ar quente, por ser mais leve, fica numa camada superior, impedindo a dispersão dos poluentes.

Este fenômeno climático pode ocorrer em qualquer dia do ano, porém é no inverno que ele é mais comum. Nesta época do ano as chuvas são raras, dificultando ainda mais a dispersão dos poluentes, sendo que o problema se agrava.

Nas grandes cidades, podemos observar no horizonte, a olho nu, uma camada de cor cinza formada pelos poluentes. Estes são resultado da queima de combustíveis fósseis derivados do petróleo (gasolina e diesel principalmente) pelos automóveis e caminhões.

Problemas de Saúde

Este fenômeno afeta diretamente a saúde das pessoas, principalmente das crianças, provocando doenças respiratórias, cansaço entre outros problemas de saúde. Pessoas que possuem doenças como, por exemplo, bronquite e asma são as mais afetadas com esta situação.

Soluções

Soluções para estes problemas estão ligados diretamente à adoção de politicas ambientais eficientes que visem diminuir o nível de poluição do ar nos grandes centros urbanos. A substituição de combustíveis fósseis por biocombustíveis ou energia elétrica poderia reduzir significativamente este problema. Campanhas públicas conscientizando as pessoas sobre a necessidade de trocar o transporte individual (particular) pelo transporte público (ônibus e metrô) também ajudaria a amenizar o problema. A fiscalização nas regiões onde ocorrem queimadas irregulares também contibuiria neste sentido.


O efeito estufa

Introdução

O efeito estufa tem colaborado com o aumento da temperatura no globo terrestre nas últimas décadas. Pesquisas recentes indicaram que o século XX foi o mais quente dos últimos 500 anos. Pesquisadores do clima afirmam que, num futuro próximo, o aumento da temperatura provocado pelo efeito estufa poderá ocasionar o derretimento das calotas polares e o aumento do nível dos mares. Como conseqüência, muitas cidades litorâneas poderão desaparecer do mapa.

Como é gerado
O efeito estufa é gerado pela derrubada de florestas e pela queimada das mesmas, pois são elas que regulam a temperatura, os ventos e o nível de chuvas em diversas regiões. Como as florestas estão diminuindo no mundo, a temperatura terrestre tem aumentado na mesma proporção.

Um outro fator que está gerando o efeito estufa é o lançamento de gases poluentes na atmosfera, principalmente os que resultam da queima de combustíveis fósseis. A queima do óleo diesel e da gasolina nos grandes centros urbanos tem colaborado para o efeito estufa. O dióxido de carbono (gás carbônico) e o monóxido de carbono ficam concentrados em determinadas regiões da atmosfera formando uma camada que bloqueia a dissipação do calor. Outros gases que contribuem para este processo são: gás metano, óxido nitroso e óxidos de nitrogênio. Esta camada de poluentes, tão visível nas grandes cidades, funcio
na como um isolante térmico do planeta Terra. O calor fica retido nas camadas mais baixas da atmosfera trazendo graves problemas ao planeta.

Problemas futuros

Pesquisadores do meio ambiente já estão prevendo os problemas futuros que poderão atingir nosso planeta caso esta situação persista. Muitos ecossistemas poderão ser atingidos e espécies vegetais e animais poderão ser extintos. Derretimento de geleiras e alagamento de ilhas e regiões litorâneas. Tufões, furacões, maremotos e enchentes poderão ocorrer com mais intensidade. Estas alterações climáticas poderão influenciar negativamente na produção agrícola de vários países, reduzindo a quantidade de alimentos em nosso planeta. A elevação da temperatura nos mares poderia ocasionar o desvio de curso de correntes marítimas, ocasionando a extinção de vários animais marinhos e diminuir a quantidade de peixes nos mares.
Soluções e medidas tomadas contra o efeito estufa

Preocupados com estes problemas, organismos internacionais, ONGs (Organizações Não Governamentais) e governos de diversos países já estão tomando medidas para reduzir a poluição ambiental e a emissão de gases na atmosfera. O Protocolo de Kyoto, assinado em 1997, prevê a redução de gases poluentes para os próximos anos. Porém, países como os Estados Unidos tem dificultado o avanço destes acordos. Os EUA alegam que a redução da emissão de gases poluentes poderia dificultar o avanço das indústrias no país.

Em dezembro de 2007, outro evento importante aconteceu na cidade de Bali. Representantes de centenas de países começaram a definir medidas para a redução da emissão de gases poluentes. São medidas que deverão ser tomadas pelos países após 2012.


Ilhas de calor


Definição

Ilhas de calor é o nome que se dá a um fenômeno climático que ocorre principalmente nas cidades com elevado grau de urbanização. Nestas cidades, a temperatura média costuma ser mais elevada do que nas regiões rurais próximas.

Para entendermos melhor este fenômeno climático, podemos usar como exemplo a cidade de São Paulo que é considerada uma ilha de calor. Como esta cidade tem grande concentração de asfalto (ruas, avenidas) e concreto (prédios, casas e outras construções), ela concentra mais calor, fazendo com que a temper
atura fique acima da média dos municípios da região. A umidade relativa do ar também fica baixa nestas áreas.

Outros fatores que favorecem o aquecimento da temperatura em São Paulo são: pouca quantidade de verde (árvores e plantas) e alto índice de poluição atmosférica, que favorece a elevação da temperatura.
A formação e presença de ilhas de calor no mundo são negativas para o meio ambiente, pois favorecem a intensificação do fenômeno do aquecimento global.


Medidas para evitar a formação das ilhas de calor urbanas:

- Plantio de árvores em grande quantidade nas grandes cidades. Criação de parques e preservação de áreas verdes.
- Medidas para diminuir a poluição do ar: diminuição e controle da emissão de gases poluentes pelos veículos e controle de poluentes emitidos por indústrias.

Exemplos de cidades que são ilhas de calor:

- São Paulo (Brasil)
- Rio de Janeiro (Brasil)
- Nova Iorque (Estados Unidos da América)
- Cidade do México (México)
- Pequim (China)
- Nova Deli (Índia)


As chuvas ácidas


Origens da Chuva Ácida

A Revolução Industrial do século XVIII trouxe vários avanços tecnológicos e mais rapidez na forma de produzir, por outro lado originou uma significativa alteração no meio ambiente. As fábricas com suas máquinas a vapor, queimavam toneladas de carvão mineral para gerar energia. Neste contexto, começa a surgir a chuva ácida. Porem, o termo apareceu somente em 1872, na Inglaterra. O climatologista e química Robert A. Smith foi o primeiro a pesquisar a chuva ácida na cidade industrial inglesa de Manchester.

Atualmente, a chuva ácida é um dos principais problemas ambientas nos países industrializados. Ela é formada a partir de uma grande concentração de poluentes químicos, que são despejados na atmosfera diariamente. Estes poluentes, originados principalmente da queima de combustíveis fósseis, formam nuvens, neblinas e até mesmo neve.

A chuva ácida é composta por diversos ácidos como, por exemplo, o óxido de nitrogênio e os dióxidos de enxofre, que são resultantes da queima de combustíveis fósseis (carvão, óleo diesel, gasolina entre outros). Quando caem em forma de chuva ou neve, estes ácidos provocam danos no solo, plantas, construções históricas, animais marinhos e terrestres etc. Este tipo de chuva pode até mesmo provocar o descontrole de ecossistemas, ao exterminar determinados tipos de animais e vegetais. Poluindo rios e fontes de água, a chuva pode também prejudicar diretamente a saúde do ser humano, causando doenças pulmonares, por exemplo.

Este problema tem se acentuado nos países industrializados, principalmente nos que estão em desenvolvimento como, por exemplo, Brasil, Rússia, China, México e Índia. A setor industrial destes países tem crescido muito, porém de forma desregulada, agredindo o meio ambiente. Nas décadas de 1970 e 1980, na cidade de Cubatão, litoral de São Paulo, a chuva ácida provocou muitos danos ao meio ambiente e ao ser humano. Os ácidos poluentes jogados no ar pelas indústrias, estavam gerando muitos problemas de saúde na população da cidade. Foram relatados casos de crianças que nasciam sem cérebro ou com outros defeitos físicos. A chuva ácida também provocou desmatamentos significativos na Mata Atlântica da Serra do Mar.

Estudos feitos pela WWF ( Fundo Mundial para a Natureza ) mostraram que nos países ricos o problema também aparece. Na Europa, por exemplo, estima-se que 40% dos ecossistemas estão sendo prejudicados pela chuva ácida e outras formas de poluição.

Protocolo de Kyoto

Representantes de centenas de países se reuniram em 1997 na cidade de Kyoto no Japão para discutirem o futuro do nosso planeta e formas de diminuir a poluição mundial. O documento resultante deste encontro é denominado Protocolo de Kyoto. Neste documento ficou estabelecido que algumas propostas de redução da poluição seriam tomadas e seria criada a Convenção de Mudança Climática das Nações Unidas. A maioria dos países participantes votaram a favor do Protocolo de Kyoto. Porém, os EUA, alegando que o acordo prejudicaria o crescimento industrial norte-americano, tomou uma posição contrária ao acordo.


Fonte: http://www.suapesquisa.com/
Imagens retiradas do Google.com

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Desertos,altas montanhas e zonas polares

Grupo: Arivânia, Carine Ramos, Ellen Talila,  Naara Santos e Tamiles Araujo.

Prof º : Ivana 


’Desertos quentes irão esfriar, os frios irão esquentar, zonas polares desapareceram e as montanhas? Só serão vistas em quadros! Por favor, peço a geração que vai chegar:não deixem essa frase se concretizar’’ 
                                                                                                
Ira Sotnas

*Desertos
 
Deserto, em geografia, é uma região que recebe pouca precipitação pluviométrica. Como consequência, os desertos têm a reputação de serem capazes de sustentar pouca vida. Comparando-se com regiões mais úmidas isto pode ser verdade, porém, examinando-se mais detalhadamente, os desertos freqüentemente abrigam uma riqueza de vida que normalmente permanece escondida (especialmente durante o dia) para conservar umidade.
  
Curiosidade!
 



. A grande maioria dos desertos do mundo é quente, mas existem também alguns desertos frios. Podem ser de dunas de areia, como o Takli Makan, no norte da China; de montanhas rochosas, como Gobi, situado entre a Mongólia e o nordeste da China; ou mistos, formados por uma combinação de dunas e montanhas. O deserto do Saara é o maior de todos,situado no norte da África.

Leia,Aprenda e Fixe! 

Clima
Fraco Índice de pluviosidade e irregular distribuição, suas áreas são dominadas predominantemente por massas de ar secas e de altas pressões atmoféricas.
Relevo
Arenosos e pedregosos. Existem também os ergs (lençóis de areia), as dunas e as depressões, que constituem outro importante aspecto do relevo.
Solo
Extremamente finos em geral ou inexistentes
Vegetação
Em virtude da escassez das chuvas e da pobreza dos solos a vegetação é rara. Xerófitas são as mais comuns por terem enormes raízes, casca grossa e lenhosa ou estruturas adaptadas a armazenagem de água.
Fauna
Adaptada as condições desse ambiente, alguns animais põem ovos bastante resistentes, que sobrevivam durante vários anos até que as condições permitam o nascimento do indivíduo
Hidrografia
Os rios são na sua maioria temporários ou intermitentes (permanecem secos por vários meses. Com exceção do Nilo.

E a história se repete...
O homem não aprendeu até hoje que a natureza não vai conseguir suportar todas as suas ações, o Brasil em especial sofre as conseqüências de ‘obras ‘ que começaram a mais de 500 anos atrás e o mundo estar começando a provar o ‘’sabor da areia’’. O processo de desertificação embora possa ser provocado por ações naturais é resultado principalmente da ação humana,que destrói a vegetação original por vários meios,sejam eles por queimadas ou por causa da pecuária extensiva e que conseqüentemente acaba com a vegetação da região,criando um solo propício a um novo deserto!

Altas Montanhas

As montanhas são acidentes geográficos e seu agrupamento recebe o nome de cordilheira. Uma montanha possui uma altitude maior que a de uma colina. Existem montanhas no planeta que atingem até 8.848 metros (Monte Everest, Nepal). A altitude é um fator determinante na composição climática das áreas de montanhas.

Fique Sabendo!


A temperatura do ar diminui à medida que aumenta a altitude. As zonas montanhosas são, portanto, frias. Ainda em virtude das elevadas altitudes, a pressão atmosférica é baixa. As precipitações (chuvas e gedas) são geralmente abundantes. E em decorrência desse clima, a vegetação das montanhas vai depender de que distância ela se encontra do pico Quanto mais distante mais vegetação verde.


Zonas Polares – Um mundo á parte

São áreas cuja principal característica é a temperatura muito baixa durante todo o ano, mesmo no verão, em ambos os pólos a temperatura raramente atinge mais de 10°C. O inverno é muito longo e muito frio, enquanto a primavera e o outono se reduzem a poucas semanas.

Leia, aprenda e Fixe 2 !

Clima
Há duas estações principais do ano: Inverno (aonde os dois pólos chegam a fica 2 meses sem sol) e Verão(período em que a temperatura média chegam no máximo a 10°.
Solo
Não há solos em vastas extensões dessas áreas em virtude das grossas camadas de gelo.
Vegetação
Praticamente inexistente na Antártida, na Ártica aparece à tundra.
Fauna
Composta principalmente por mamíferos.
Hidrografia
Os rios na zona Ártica permanecem congelados a maior parte do tempo e suas águas correm apenas em alguns meses do ano. Na região Antártica aparentemente não existe rios.

Você Sabia?
 
A Antártida constitui hoje a última grande porção territorial do nosso planeta que ainda não foi incorporada a economia moderna. Até agora esse imenso continente não foi anexado a nenhum país, nem explorado economicamente. Contudo, sabe-se que por baixo dessa grossa camada de gelo existem importantes reservas de petróleo, ferro, cobre, ouro e alguns outros recursos minerais.

Regiões temperadas e clima tropical


Grupo: Marcela, Michelle, Renata, Tatiane e Claudielle.
Prof º : Ivana

É muito comum nas grandes cidades a aplicação inadequada de tecnologias. Exemplos disso é a construção de edifício de vidros nas áreas tropicais, onde há calor e claridade excessivos.



A utilização de agrotóxico é um fator que causa grande degradação de solo, sem contar que a sua utilização em grande quantidade é perigosa, pois provoca poluição das águas e a contaminação dos alimentos.








As áreas tropicais abrangem a maior parte do território brasileiro...

 

Com as mais belas paisagens que vem sendo destruída graças às ações humanas .


ESTAMOS FALANDO DO USO INADEQUADO DAS FONTES NATURAIS



 Com essas ações entram em extinção espécies de animais como, por exemplo: o mico-leão-dourado, o orangotango e plantas específicas das áreas tropicais.


AQUI NO BRASIL A PRINCIPAL VÍTIMA É A FLORESTA AMAZONICA QUE TEM UMA BIODIVERSIDADE RICA QUE ESTA EM PERIGO


VAMOS REFLORESTAR CUIDAR DO PATRIMÔNIO BRASILEIRO E DAS VIDAS QUE NELE HABITAM


Fonte:
Imagens retirada do Google
Colocação do grupo

sábado, 16 de outubro de 2010

Crescimento Demográfico


Grupo : Marcela, Michelle, Renata, Tatiane e Claudielle.
Prof º : Cristina 
A demografia do Brasil é um domínio de estudos e conhecimentos sobre as características demográficas do território brasileiro. O Brasil possui cerca de 192 milhões de habitantes (estimativa do IBGE, 2010) o que representa uma das maiores populações absolutas do mundo, destacando-se como a quinta nação mais populosa do planeta. Ao longo dos últimos anos, o crescimento demográfico do país tem diminuído o ritmo, que era muito alto até a década de 1960. Em 1940, o recenseamento indicava 41.236.315 habitantes; em 1950, 51.944.397 habitantes; em 1960, 70.070.457 habitantes; em 1970, 93.139.037 habitantes; em 1980, 119.002.706 habitantes; e finalmente em 1991, 146.825.475 habitantes.


As razões para uma diminuição do crescimento demográfico relacionam-se com a urbanização e industrialização e com incentivos à redução da natalidade (como a disseminação de anticoncepcionais). Embora a taxa de mortalidade no país tenha caído bastante desde a década de 1940, a queda na taxa de natalidade foi ainda maior.
A distribuição populacional no Brasil é bastante desigual, havendo concentração da população nas zonas litorâneas, especialmente do Sudeste e da Zona da Mata nordestina. Outro núcleo importante é a região Sul. As áreas menos povoadas situam-se no Centro-Oeste e no Norte.
Até recentemente, as taxas de natalidade no Brasil foram elevadas, em patamar similar a de outros países subdesenvolvidos. Contudo, houve sensível diminuição nos últimos anos, que pode ser explicada pelo aumento da população urbana — já que a natalidade é bem menor nas cidades, em conseqüência da progressiva integração da mulher no mercado de trabalho — e da difusão do controle de natalidade. 
O Brasil apresenta uma elevada taxa de mortalidade, também comum em países subdesenvolvidos, enquadrando-se entre as nações mais vitimadas por moléstias infecciosas e parasitárias, praticamente inexistentes no mundo desenvolvido.
O Brasil apresenta uma taxa de mortalidade infantil de 22,58 mortes em cada 1.000 nascimentos (estimativa para 2007) elevada mesmo para os padrões latino-americanos. No entanto, há variações nessa taxa segundo as regiões e as camadas populacionais. O Norte e o Nordeste — regiões mais pobres — têm os maiores índices de mortalidade infantil, que diminuem na região Sul. Com relação às condições de vida, pode-se dizer que a mortalidade infantil é menor entre a população de maiores rendimentos, sendo provocado sobre tudo por fatores endógenos. Já a população brasileira de menor renda apresenta as características típicas da mortalidade infantil tardia.
A população de uma localidade qualquer aumenta em função das migrações e do crescimento vegetativo. No caso brasileiro, é pequena a contribuição das migrações para o aumento populacional. Assim, como esse aumento é alto, conclui-se que o Brasil apresenta alto crescimento vegetativo, a despeito das altas taxas de mortalidade, sobretudo infantil. A estimativa da Fundação IBGE para 2010 é de uma taxa bruta de natalidade de 18,67‰ — ou seja, 18,67 nascidos para cada grupo de mil pessoas ao ano — e uma taxa bruta de mortalidade de 6,25‰ — ou seja, 6,25 mortes por mil nascidos ao ano.
 
 
 
 
Fonte:
imagens retiradas google